Eis que a vejo inanimada,
Sentada em um banco sozinha
Entre várias pessoas, pessoas que passam.
Ela, pensativa, ensimesmada.
Esperando, sonhadora e aparentemente imperturbável.
Quem sabe talvez indagando,
Cobrando de si mesma, de Deus,
Dos outros, dos pais, do tal...
Enquanto eu indócil olhando-a,
Sempre que posso, cada dia feito hipnose,
Atraído por ela bem perto, tão longe.
Em dias, de saias estampadas coloridas;
Em outros, de calça branca, leve, comprida.
A mim, parece tão original, tão ela,
Mesmo acompanhada solitária.
Tão longe bem perto, indócil eu, sempre olhando-a,
Enquanto cada dia que posso,
Por ela atraído, feito hipnose.
(Reginaldo Almeida)
eu gosto desse poema ,'
ResponderExcluireh mt belo.'
gosto de sua palavras bem colocadas .'
A sua sensibilidade equipara a sua beleza, ou seja, é enorme.
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