domingo, 31 de outubro de 2010

AO MEIO


Saudades de você, do seu jeito de me ouvir
De sua atenção, ao ponto de me pedir para repetir o que havia lhe dito.
Saudades de suas perguntas tão interessadas quanto descabidas,
Do seu sorriso livre de preconceitos,
De seus preconceitos loucos para serem assumidos.
Saudades de sua entrega tão sutil quanto urgente.
De sua sala iluminada a luz de vela e você ao meio...
De uma ligação ás 8h: 30 da madrugada, de passar a noite ao telefone.
Saudades de suas sardas, sua ousadia de sua aflição feminina,
De suas pernas, seu cheiro próprio, suas formas...
Saudades de suas convicções de um tom rubro,
Da mulher que bem sabe ser
Que se realiza em entrega total...
Saudades daquela que cria o cenário que faz da vida um palco
Para viver todos os reais personagens que em si própria encerra
Saudades do “EU” que existe em ti,
Saudades sim,
Saudades.


(Reginaldo Almeida)

2 comentários:

  1. Eu adoreii esse poema, !
    são essas coisas que tornam as pessoas apaixonantes .!
    Agooooraa 8:30 da madrugadaa ! ( ooo mundoo doo reginaldo é diferente ) .'kkkkkkkkk¹²³

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  2. Também adro... kkkkkkkkkkkk...
    Madrugada sim! E o meu mundo é diferente,
    Ele é mágico e repleto de pessoas como vc.

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