Não sei onde estou.
Em que mundo ou esquina realmente eu existo.
Não sinto nada além do cheiro do amor
Que emana das rosas vermelhas
Do meu primeiro buque.
Não há solidão
Não sinto frio nem calor
Não me afeta a ausência
Pois eu já retirei os espinhos
Que antes havia,
Nos talos das rosas vermelhas
Do meu primeiro buque.
Eu sei, não tem como negar,
Os meus pés estão no chão
Bem como todo o meu corpo.
Porém meus pensamentos?
Onde estão?
Quem sabe aos pés do trono?
Muito além de acreditar ou não!
Pois os mesmos, agora,
Possuem o pigmento da paixão
Da cor das rosas vermelhas
Do meu primeiro buque.
O vestido azul não me veste
Assim como a ausência dele não me despi,
Pois me encontro livre, leve...
Desobrigada de dar explicações
Sinto-me assim, em mim mesma definida!
Tal qual, o que simboliza,
As rosas vermelhas
Do meu primeiro buque
Mesmo em um vaso,

simplismente Perfeita!!!!
ResponderExcluirE vc Regis, enchendo nossos olhos sempre com belas poesias. Parabéns!!!
Lana acácio.